Nove meses completou meu leãozinho. E revendo as postagens anteriores percebi que não escrevi sobre os últimos três meses especificamente. Nesses três meses meu bebê se desenvolveu muito! Começou ficando em pé na cama, depois apareceram 4 dentinhos ao mesmo tempo. Agora já tem sete. Passou cerca de um mês se arrastando pelo chão sem conseguir erguer o tronco para engatinhar, mas depois que pegou o jeito não parou mais. Levanta-se, tira os livros da estante, espalha os brinquedos pelo chão, tem prazer em derrubar as coisas para ver a mamãe e o papai ajuntando do chão, distrai-se bastante com os brinquedos, tagareleia bastante. Adora assistir a Galinha Pintadinha. Faz a maior festa quando as imagens aparecem na TV. Está comendo bem as papinhas (com algumas exceções), mas ainda mama no peito. Está bem adaptado à escolinha e trouxe para casa meu primeiro presente de dia das mães. Ele está crescendo tão rápido que quando vejo imagens de crianças recém-nascidas já fico com saudades. Parece que deixei escapar alguma coisa, que não registrei tudo e precisaria voltar no tempo pra começar de novo. Fico tão feliz ao vê-lo crescer com saúde pertinho de mim, e me aperta o peito quanto vejo relatos sobre crianças doentes, crianças desaparecidas, violentadas. Vejo como tenho tido graças maravilhosas.
E, claro, faltando três meses para seu aniversário, as primeiras providências já foram tomadas: reserva do buffet e lista de convidados. É tudo tão bom!!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Para ele, que me tornou mãe
"Os dentinhos você vai trocar
E roupas maiores usar
O seu caminhar vai para longe o levar
Pois não posso impedir seu querer
Os dedinhos que agarram minha mão
Coisas grandes eu sei que farão
Você não é meu, é um presente de Deus
E o futuro está em suas mãos
Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração
E roupas maiores usar
O seu caminhar vai para longe o levar
Pois não posso impedir seu querer
Os dedinhos que agarram minha mão
Coisas grandes eu sei que farão
Você não é meu, é um presente de Deus
E o futuro está em suas mãos
Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração."
PARA ELE, QUE ME TORNOU MÃE
Eu o desejei muito. Cheguei até a pensar que nunca o teria nos meus braços. O tempo estava passando, a idade avançando, as oportunidades diminuindo, mas a esperança sempre presente. E foi assim, de repente, que tive a certeza de que ele já não era mais um sonho, era algo real. Meu corpo foi se transformando e se preparando para acolhê-lo e dar a ele um lugar todo especial. O lugar mais seguro que há no mundo: o ventre de uma mulher. O meu ventre.E ali ele ficou por nove meses. Meses que para mim pareciam uma eternidade. Queria vê-lo, senti-lo em meus braços, beijá-lo, acariciá-lo, aquecê-lo em meu colo, dar a ele todo o amor que eu imaginava que não poderia ser demonstrado com ele ali, na minha barriga. Já aí eu me enganava...ali já era amor. Ele podia sentir isso. Era eu quem queria mais. Era eu quem precisava me sentir amada por ele. E o dia tão esperado chegou. E ele finalmente estava ali, em meus braços, no meu peito. Foi ali que eu me senti mãe. É uma benção, uma emoção indescritível. E cada dia vivido em sua companhia é um aprendizado, uma alegria a mais. Cada sorriso, cada toque em meu rosto, o olhar que encontra meus olhos, o afago gostoso, cada gesto dele me deixam orgulhosa, realizada. Poder vivenciar suas conquistas diárias, seu crescimento saudável, sua alegria, é maravilhoso. Tenho vontade de apertá-lo em meus braços, e beijá-lo infinitamente. Ele é o melhor presente que já recebi. Um presente que Deus me deu. O meu maior tesouro. Ao meu menino devo o que sou hoje. Ele me fez uma pessoa melhor e me faz melhor a cada dia. Meu filho, te amo.
PARA ELE, QUE ME TORNOU MÃE
Eu o desejei muito. Cheguei até a pensar que nunca o teria nos meus braços. O tempo estava passando, a idade avançando, as oportunidades diminuindo, mas a esperança sempre presente. E foi assim, de repente, que tive a certeza de que ele já não era mais um sonho, era algo real. Meu corpo foi se transformando e se preparando para acolhê-lo e dar a ele um lugar todo especial. O lugar mais seguro que há no mundo: o ventre de uma mulher. O meu ventre.E ali ele ficou por nove meses. Meses que para mim pareciam uma eternidade. Queria vê-lo, senti-lo em meus braços, beijá-lo, acariciá-lo, aquecê-lo em meu colo, dar a ele todo o amor que eu imaginava que não poderia ser demonstrado com ele ali, na minha barriga. Já aí eu me enganava...ali já era amor. Ele podia sentir isso. Era eu quem queria mais. Era eu quem precisava me sentir amada por ele. E o dia tão esperado chegou. E ele finalmente estava ali, em meus braços, no meu peito. Foi ali que eu me senti mãe. É uma benção, uma emoção indescritível. E cada dia vivido em sua companhia é um aprendizado, uma alegria a mais. Cada sorriso, cada toque em meu rosto, o olhar que encontra meus olhos, o afago gostoso, cada gesto dele me deixam orgulhosa, realizada. Poder vivenciar suas conquistas diárias, seu crescimento saudável, sua alegria, é maravilhoso. Tenho vontade de apertá-lo em meus braços, e beijá-lo infinitamente. Ele é o melhor presente que já recebi. Um presente que Deus me deu. O meu maior tesouro. Ao meu menino devo o que sou hoje. Ele me fez uma pessoa melhor e me faz melhor a cada dia. Meu filho, te amo.
PARA MINHA MÃE: Mãe, a você devo minha vida. Você é meu exemplo, meu porto seguro. Te amo. Agora, consigo ter a percepção do que significa amor de mãe. O amor que recebi, a proteção, os ensinamentos que recebi de ti quero passar a meu filho também. Obrigada por sua dedicação.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Dilemas do casal, pós-bebê
Meu marido me perguntou hoje, qual seria o tema de minha
próxima postagem no blog. Disse-lhe que seria sobre “meu marido entediado”.”Sério?”,
disse ele. E eu confirmei e fiquei procurando um título. Já li muitas coisas
sobre as mudanças na vida do casal após o nascimento de um bebê. Já passamos
por algumas das fases descritas nos textos, e algumas situações vividas por
outros pais também acontecem(eram) conosco. O estresse, as noites mal dormidas,
o cansaço, a falta de desejo sexual, a dificuldade para fazer programas que
fazíamos antes do bebê nascer... Somos bem crescidinhos e já éramos maduros quando nos casamos e decidimos
ter um filho juntos. Sabíamos das dificuldades que viriam pela frente e das
alegrias também, especialmente ele, que já tinha dois filhos.
Estamos muito felizes com nosso menininho, ele é uma benção,
um tesouro que Deus nos deu, mas criar uma criança é desafiador, claro, e não
há como negar que é difícil e cansativo também, às vezes. Durante a semana temos o trabalho, o bebê fica na creche à
tarde e pela manhã comigo. Fico feliz
quando chega a sexta-feira e sei que meu marido estará em casa à noite e logo
virá o final de semana para ficarmos os três juntos. Mas já faz alguns fins de
semana que percebo meu marido entediado. Não temos nenhum parente aqui ou
alguém com quem possamos deixar o bebê para ficarmos algum tempo sozinhos e,
por mais que não queiramos, isso acaba limitando
muito nossos programas. Nunca fomos de festas e baladas e nem tínhamos uma vida
social agitada, mas sentimos falta de um tempo só para nós, e acho que meu
marido muito mais. Nós fazemos passeios, vamos a restaurantes, mas é tudo muito
limitado, não dá para “relaxar” muito.
Sei que a relação mãe e filho é diferente da que se estabelece entre
pai-filho. A mãe parece tolerar mais, talvez até nem se importar muito com sua
própria vida. É biológico. Meu marido não me faz cobranças. Ele foi sempre
muito compreensivo comigo, me ajuda muito com o bebê, mas confesso que me cobro
por isso. Não consigo nem ficar até tarde acordada para assitir a um filme com
ele. Será que não estou dando atenção suficiente a meu marido? O que posso
fazer para reverter a situação? Será que eu poderia/deveria agir
diferente? Sei que esses não são dilemas
só meus, mas de muitas mulheres, muitos casais. Sei também que essa fase vai
passar, mas gostaria de encontrar uma forma para que ela seja o menos “problemática”
possível.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Sobre os últimos dias
Hoje é um daqueles dias que não rendem, que as horas parecem não passar. Dormi mal, tive uma indisposição alimentar e passei o dia cansada, com sono. Com uma vontade imensa de não vir trabalhar. Francisco também não estava muito bem hoje. Está resfriado, esprirrando e tossindo. isso o deixa enjoadinho, manhoso, embora tenha dormido bem à noite. Deu vontade de ficar em casa com ele, mas como ele não tinha febre achei que não era o caso de me preocupar muito.
Sábado ele completou oito meses! Meu Deus! Está tão lindo, tão esperto! Ontem começou a ensaiar alguns "passinhos" de gatinho. Por enquanto ele só se arrasta. Dá uma vontade de abraçar tanto e beijar! Muitas vezes deito ele ao meu lado e fico olhando, admirando o meu tesouro mais precioso. Que benção.
Para comemorar o animensário do Francisco e levar a dinda dele, minha irmã Arieli, que estava passando uns dias conosco, para um passeio, fomos ao zoológico. Foi bem divertido. À noite ainda fomos comer carne de sol. Ela ficou 10 dias em nossa casa, mas passou tão de pressa. Ontem ela foi embora. É tão bom quando recebemos a visita de alguém da família, pois nos sentimos muito sozinhos aqui em Brasília.Estamos torcendo para que meu marido consiga sua transferência para o Sul para iniciarmos o próximo ano mais perto dos familiares.
Falando em familiares, já comprei as passagens para minha mãe e minha avó virem nos visitar em junho. Vai se muito legal ter as duas em minha casa. Minha mãe já veio para cá, já viajou de avião, mas para minha avó será a primeira vez. Parece que está bastante animada. Fico feliz com isso. Meu marido e eu fazemos de tudo para que quando alguém vai embora já tenha outra pessoa de "mala pronta" para vir pra cá. Assim a gente fica na expectativa e se distrai esperando, contando os dias, fazendo planos. Que venha junho!!
Sábado ele completou oito meses! Meu Deus! Está tão lindo, tão esperto! Ontem começou a ensaiar alguns "passinhos" de gatinho. Por enquanto ele só se arrasta. Dá uma vontade de abraçar tanto e beijar! Muitas vezes deito ele ao meu lado e fico olhando, admirando o meu tesouro mais precioso. Que benção.
Para comemorar o animensário do Francisco e levar a dinda dele, minha irmã Arieli, que estava passando uns dias conosco, para um passeio, fomos ao zoológico. Foi bem divertido. À noite ainda fomos comer carne de sol. Ela ficou 10 dias em nossa casa, mas passou tão de pressa. Ontem ela foi embora. É tão bom quando recebemos a visita de alguém da família, pois nos sentimos muito sozinhos aqui em Brasília.Estamos torcendo para que meu marido consiga sua transferência para o Sul para iniciarmos o próximo ano mais perto dos familiares.
Falando em familiares, já comprei as passagens para minha mãe e minha avó virem nos visitar em junho. Vai se muito legal ter as duas em minha casa. Minha mãe já veio para cá, já viajou de avião, mas para minha avó será a primeira vez. Parece que está bastante animada. Fico feliz com isso. Meu marido e eu fazemos de tudo para que quando alguém vai embora já tenha outra pessoa de "mala pronta" para vir pra cá. Assim a gente fica na expectativa e se distrai esperando, contando os dias, fazendo planos. Que venha junho!!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Férias quase frustradas
Viajei para a casa de meus pais para passar uma semana de férias com Francisco. A viagem de ida foi mais ou menos tranquila. Ele não chorou, mas teve dificuldades para dormir. Na escala ficamos cerca de 1h 30 parados, com a movimentação, ele acordou. Na decolagem, dormiu novamente, mas assim que chegamos ao nosso destino acordou novamente ao ser transferido de colo para que eu pudesse pegar a bagagem. Resultado: levou cerca de mais 1h e meia para dormir novamente. Enquanto isso, mamãe exausta.
Já no primeiro dia começaram a aparecer os sintomas de resfriado, nele e em mim. Ele passou a ter dificuldade para respirar pelo nariz, o que o deixava desconfortável para mamar e dormir. Consequentemente, as noites não foram de muito descanso para ambos. Além disso, Francisco parece ter estranhado o ambiente, o que o deixava dengoso e muito apegado a mim.
De minha parte, a garganta começou a doer e dificultava ainda mais para dormir. Para completar, fiz uma limpeza dentária que provocou aftas e deixou a boca toda dolorida. Mal dava para mastigar os alimentos.
Francisco teve crises de choro aparentemente inexplicáveis: as suposições eram desde cólica a mal olhado. (rsrsrs), passando por desconfortos da dentição e dor de ouvido... Em certos momentos eu tinha vontade de correr para casa, mas era muito longe... Todos tentavam ajudar, mas nem sempre dava certo e por vezes ele até ficava mais agitado. Noutros momentos era um amor (felizmente!!!). É, a vida não é mais a mesma!! Crianças têm comportamentos diversos e inesperados fora de casa.
O retorno também teve um período conturbado, com o Francisco ficando inquieto e chorando, mas felizmente dormiu a maior parte do tempo. Só que na noite antes da partida ( que foi de madrugada), ele teve uma crise de choro inexplicada, ficou bastante agitado e eu não dormi nada. Cheguei em casa exausta, me sentindo muito desconfortável por causa do resfriado, da dor de garganta e da noite em claro. Francisco bastante agitado e sem conseguir fazer seus soninhos diários. Por via das dúvidas fomos procurar um médico (nem vou contar o transtorno que foi!!). Nada grave, apenas resfriado mesmo, sem necessidade de antibióticos nem pra ele, nem pra mim. Somente no segundo dia em casa as coisas começaram a melhorar e pudemos ambos descansar de fato. Hoje, segunda-feira, voltaríamos lentamente à nossa rotina, mas a empregada faltou e eu fiquei toda enrolada!! (rsrsrs).
Em que pese esses imprevistos, foi ótimo estar com a família, proporcionar alguns dias de convivência do Francisco com seus avós maternos, tios, primos e até com a bisavó (o que é privilégio de poucos) e vice-versa. Eu também adorei estar com minha família, mas foi bom voltar para casa. Nada como a volta à rotina para acalmar um bebê (assim espero).
Já no primeiro dia começaram a aparecer os sintomas de resfriado, nele e em mim. Ele passou a ter dificuldade para respirar pelo nariz, o que o deixava desconfortável para mamar e dormir. Consequentemente, as noites não foram de muito descanso para ambos. Além disso, Francisco parece ter estranhado o ambiente, o que o deixava dengoso e muito apegado a mim.
De minha parte, a garganta começou a doer e dificultava ainda mais para dormir. Para completar, fiz uma limpeza dentária que provocou aftas e deixou a boca toda dolorida. Mal dava para mastigar os alimentos.
Francisco teve crises de choro aparentemente inexplicáveis: as suposições eram desde cólica a mal olhado. (rsrsrs), passando por desconfortos da dentição e dor de ouvido... Em certos momentos eu tinha vontade de correr para casa, mas era muito longe... Todos tentavam ajudar, mas nem sempre dava certo e por vezes ele até ficava mais agitado. Noutros momentos era um amor (felizmente!!!). É, a vida não é mais a mesma!! Crianças têm comportamentos diversos e inesperados fora de casa.
O retorno também teve um período conturbado, com o Francisco ficando inquieto e chorando, mas felizmente dormiu a maior parte do tempo. Só que na noite antes da partida ( que foi de madrugada), ele teve uma crise de choro inexplicada, ficou bastante agitado e eu não dormi nada. Cheguei em casa exausta, me sentindo muito desconfortável por causa do resfriado, da dor de garganta e da noite em claro. Francisco bastante agitado e sem conseguir fazer seus soninhos diários. Por via das dúvidas fomos procurar um médico (nem vou contar o transtorno que foi!!). Nada grave, apenas resfriado mesmo, sem necessidade de antibióticos nem pra ele, nem pra mim. Somente no segundo dia em casa as coisas começaram a melhorar e pudemos ambos descansar de fato. Hoje, segunda-feira, voltaríamos lentamente à nossa rotina, mas a empregada faltou e eu fiquei toda enrolada!! (rsrsrs).
Em que pese esses imprevistos, foi ótimo estar com a família, proporcionar alguns dias de convivência do Francisco com seus avós maternos, tios, primos e até com a bisavó (o que é privilégio de poucos) e vice-versa. Eu também adorei estar com minha família, mas foi bom voltar para casa. Nada como a volta à rotina para acalmar um bebê (assim espero).
segunda-feira, 25 de março de 2013
Pós-retorno
Resolvi escrever hoje sobre como foi meu retorno ao trabalho e só então me dei conta de que faz exatamente um mês que estou de volta. Os primeiros dias foram de readaptação. Dias estranhos...voltar ao trabalho depois de quase sete meses traz aquela sensação de ser "um peixe fora d'água". Parece que tudo está diferente, que você não sabe mais fazer o seu trabalho. Surgem dúvidas a todo o momento. É que no meu caso, mudaram também as pessoas que dividiam comigo as tarefas. Até a sala é nova. Aí fica tudo diferente mesmo. Mas aos poucos as coisas foram se encaixando e hoje posso dizer que me sinto bem; que estou ciente do que estou fazendo, do que tenho a fazer.
Entretanto, a rotina toda mudou. Pela manhã fico com meu filhote e enquanto ele dá o cochilo da manhã eu aproveito para tomar banho e começar a me arrumar, pois depois das 11h o "bicho pega". É preciso dar a papinha salgada, trocar a roupa dele, fazer sua higiene, checar se a sacolinha dele tem tudo o que ele poderá precisar durante a tarde na escolinha, terminar de me arrumar, almoçar, fazer minha higiene, levar o Francisco para a escola e estar no trabalho às 13h!! Por incrível que pareça até agora deu sempre tudo certo. Com organização e planejamento, e uma ajudinha também, as coisas tendem a dar certo. Quando saio do trabalho pego meu bebezinho e vamos para casa. Nas noites em que meu marido está trabalhando ficamos Francisco e eu. Brincamos, andamos pela casa, passeamos no jardim...fazendo o tempo passar. Faço, normalmente, uma refeição rápida - o tempo em que ele tolera ficar no carrinho - ...até chegar a hora dele dormir, e aí descanso e, por vezes, termino minha refeição. Nas demais noites podemos dividir as tarefas de preparar o jantar e cuidar do Francisco.
É cansativo, mas é tão bom. Tenho vontade de abraçá-lo apertado, mas ele ainda não entende o que isso significa e não aceita muito bem...rssrsrs. No entanto, estende os bracinhos em minha direção quando quer colo, fica passando a mão pelo meu rosto enquanto mama; tenta deseperadamente morder meu queixo, na tentativa de aliviar a coceira... isso é para mim, demonstrações de amor. Acabou de completar sete meses e está cada dia mais lindo e esperto. Ah! E comprido!!!
E meu maridão está aí... fazendo o possível para estar sempre presente. É um pai e um marido amoroso, dedicado, carinhoso... Nossa família é feliz.
Entretanto, a rotina toda mudou. Pela manhã fico com meu filhote e enquanto ele dá o cochilo da manhã eu aproveito para tomar banho e começar a me arrumar, pois depois das 11h o "bicho pega". É preciso dar a papinha salgada, trocar a roupa dele, fazer sua higiene, checar se a sacolinha dele tem tudo o que ele poderá precisar durante a tarde na escolinha, terminar de me arrumar, almoçar, fazer minha higiene, levar o Francisco para a escola e estar no trabalho às 13h!! Por incrível que pareça até agora deu sempre tudo certo. Com organização e planejamento, e uma ajudinha também, as coisas tendem a dar certo. Quando saio do trabalho pego meu bebezinho e vamos para casa. Nas noites em que meu marido está trabalhando ficamos Francisco e eu. Brincamos, andamos pela casa, passeamos no jardim...fazendo o tempo passar. Faço, normalmente, uma refeição rápida - o tempo em que ele tolera ficar no carrinho - ...até chegar a hora dele dormir, e aí descanso e, por vezes, termino minha refeição. Nas demais noites podemos dividir as tarefas de preparar o jantar e cuidar do Francisco.
É cansativo, mas é tão bom. Tenho vontade de abraçá-lo apertado, mas ele ainda não entende o que isso significa e não aceita muito bem...rssrsrs. No entanto, estende os bracinhos em minha direção quando quer colo, fica passando a mão pelo meu rosto enquanto mama; tenta deseperadamente morder meu queixo, na tentativa de aliviar a coceira... isso é para mim, demonstrações de amor. Acabou de completar sete meses e está cada dia mais lindo e esperto. Ah! E comprido!!!
E meu maridão está aí... fazendo o possível para estar sempre presente. É um pai e um marido amoroso, dedicado, carinhoso... Nossa família é feliz.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Pra você guardei o amor
Final de expediente, saudade apertando o peito...Uma declaração de amor para meu menininho.
Pra Você Guardei O Amor
Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
Explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo os meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que o arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Vejam o vídeo e ouçam a música:
Pra Você Guardei O Amor
Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
Explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo os meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que o arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Vejam o vídeo e ouçam a música:
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