Depois de tanta correria e contratempos, felizmente deu tudo certo e amanhã realizaremos nosso casamento civil. Portanto, a primeira parte do casório. A partir de amanhã já estarei de folga, 8 dias pelo casamento, férias e recesso de final de ano, ao todo 40 dias de folga!!! Tempo para concluir os preparativos para a cerimônia religiosa, tempo para ficar em casa com o marido, tempo para rever a família. Tempo suficiente, isso é que é bom. Será um final de ano especial, cheio de comemorações.
falando nisso, meu horóscopo de novembro disse que o fim do mês seria de festividades. Acertou em cheio.
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Vou mudar mais uma vez meu estado civil. Já fui solteira, casada, divorciada, agora casada novamente.Solteiro é o único estado civil que só se tem uma vez. Meu advogado disse que quando a gente se separa a gente pode dizer que é solteiro, a não ser em questões jurídicas, mas eu nunca conseguia dizer isso. Soava como uma mentira. Independente do tempo que se ficar casado, seja um mês, um ano ou décadas, quando se separar vai ser sempre "divorciado". Não gostava desse rótulo. Na minha opinião, melhor mesmo é ser casada.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
problemas resolvidos...
Andei meio sumida daqui. Na verdade eu acesso todos os dias para ver se meus amigos postaram novidades, mas parece que a maioria anda muito ocupada com outras coisas, ou com preguiça de escrever (acho que foi o meu caso). Bem, segundo meu noivo, o post de hoje deveria se chamar “mãos desatadas”, e ele até andou pesquisando uma imagem para ilustrar o texto(amor, desculpe, não a encontrei).

O fato é que finalmente conseguimos dar entrada no nosso casamento civil, depois de uma série de contratempos e informações contraditórias. Inclusive, na hora "h" surgiu mais um impedimento: as cópias das petições iniciais de nossos divórcios teriam de ser autenticadas!! (exigência que muda de um cartório para o outro). Para não termos que recomeçar tudo, nosso casamento terá de ser com "comunhão obrigatória de bens".O que não soa muito bem, por conta da "obrigatoriedade" (parecemos dois criminosos), mas era isso ou perdermos mais tempo. Depois de tudo isso, felizmente conseguimos que ele aconteça até a data que queríamos. Temos mais é que comemorar mesmo.
Estou ficando ansiosa como casamento. Mais precisamente com uma grande vontade de ver tudo o que foi planejado sendo colocado em prática Antes do meu, porém, há o casamento de uma querida amiga no próximo fim de semana. Ando sonhando muito com isso (sonhando mesmo, enquanto durmo!).
-----
Também estou contando os dias para as minhas férias. O clima aqui no trabalho foi tenso esse ano. Houve muito trabalho, muitas mudanças e muitas pressões. Às vezes até uma certa grosseria por parte da chefia (que novidade chefes agirem assim, né??).

O fato é que finalmente conseguimos dar entrada no nosso casamento civil, depois de uma série de contratempos e informações contraditórias. Inclusive, na hora "h" surgiu mais um impedimento: as cópias das petições iniciais de nossos divórcios teriam de ser autenticadas!! (exigência que muda de um cartório para o outro). Para não termos que recomeçar tudo, nosso casamento terá de ser com "comunhão obrigatória de bens".O que não soa muito bem, por conta da "obrigatoriedade" (parecemos dois criminosos), mas era isso ou perdermos mais tempo. Depois de tudo isso, felizmente conseguimos que ele aconteça até a data que queríamos. Temos mais é que comemorar mesmo.
Estou ficando ansiosa como casamento. Mais precisamente com uma grande vontade de ver tudo o que foi planejado sendo colocado em prática Antes do meu, porém, há o casamento de uma querida amiga no próximo fim de semana. Ando sonhando muito com isso (sonhando mesmo, enquanto durmo!).
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Também estou contando os dias para as minhas férias. O clima aqui no trabalho foi tenso esse ano. Houve muito trabalho, muitas mudanças e muitas pressões. Às vezes até uma certa grosseria por parte da chefia (que novidade chefes agirem assim, né??).
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
De mãos atadas
De casamento marcado e a burocracia emperrando. Tem gente que acha que casar é só marcar a data e preparar a festa. Ledo engano. Há uma série de exigências, que aumentam se você já tiver sido casado no civil. Estamos há menos de 60 dias do casamento religioso e não conseguimos dar entrada no casamento civil. Ta bom, tem gente que vai dizer “como é que foram marcar o casamento sem ter dado entrada nos papeis”. Não é bem assim. Era para ter sido tudo ao mesmo tempo, parecia que estava tudo certo, mas a burocracia atrapalhou. Na verdade talvez atrapalhou mais o fato de ter de depender de outras pessoas para pegar documentos e coisa e tal. Advogados ocupados, falta de alguém que possa fazer por nós de forma eficiente e eficaz, por falta de informação, de disposição, sei lá. O julgamento pode estar equivocado, mas o fato é que estamos emperrados e com as mãos atadas e o tempo passando.
Ah! E ainda teve a greve nos Correios!! Estou esperando pelos meus documentos há dias!!
Como disse, há coisas que não dependem de nós e que nossa argumentação não adianta de nada.
A gente até poderia deixar o civil para depois, se não desse tempo de fazer antes da data marcada para o religioso, o fato é que sem o casamento civil, a Igreja (pelo menos na que demos entrada nos papeis) não libera os documentos para o casamento religioso. Corre-se o risco, ainda que no momento seja remoto, de chegar o dia marcado e não termos casado no civil e, nesse caso, pelas normas da igreja, não podermos fazer a cerimônia religiosa... É no mínimo estranho. A igreja deveria ser a primeira a incentivar a cerimônia religiosa, assim não ficaremos vivendo ‘amasiadas’. E é justamente ela quem cria impedimentos!!
Diante disso, estamos preparando nosso plano B, para o caso das coisas não saírem como planejado. Inclusive me lembrei de que recentemente uma amiga se casou e como ela não segue uma religião, amigas fizeram uma cerimônia, vamos dizer, “exotérica”. Não sei se esse seria o termo correto, mas dá para ter uma ideia de como foi. Então, em últimos casos, a gente faz uma cerimônia mesmo que não tenha efeito legal. O celebrante iria ser meu tio mesmo...Uma coisa eu sei: a festa vai acontecer de qualquer maneira
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Amor Contínuo
(a Família - Tarsíla do Amaral)Recebi por e-mail este texto escrito por Robert Frost. Adorei e resolvi registrá-lo aqui.
Ame seus pais e seus irmãos. Eles são a base de sua vida, seu
chão e quem com certeza vai sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes
zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança. Eu sei, você não
se lembra! Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que seu
primeiro sobrinho nascer. Então, não perca tempo.
Ame seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente
diferentes de ti.
Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles... nos defeitos, ame sua barriga, suas
celulites e as tais estrias. Elas indicam que sua vida está repleta de
prazeres gastronômicos. Ame também seus quilos a mais, porque se eles
não existissem você jamais poderia comemorar a vitória de um dia
perdê-los. Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário... Mude. Completamente. Doe. Experimente
coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas/cuecas de
algodão. E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo. Ele é o
seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato
dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as
manhãs. Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil. Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que dê até
vontade de se casar com ela. Namore. E não se preocupe com o tempo que
a paixão vai durar. Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Se
beijem. Viagem.
E saiam para dançar sempre!!! Tomem café da manhã juntos.
Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva
fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida, tenha
filhos. Se não conseguir, adote. Dizem que não há amor maior. E eles
vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos. E dos seus netos, receberá mais
tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos.
Quando pede alguma coisa, saiba também agradecer, agradeça
pelas coisas, a Deus pela tua vida, pelos amigos que tem, por que cada
um que passa pela tua vida nunca passa por acaso, há sempre o que
aprender e também a ensinar.
Quando você achar que deve mudar alguma coisa, então faça
alguma coisa pra mudar. Nunca permita que teus medos impeçam de fazer
aquilo que deseja.
Procure gostar das coisas internas, não fique colecionando
matérias, o bem físico se vai, mais cedo ou mais tarde, o que fica
verdadeiramente é o que você faz pelos outros e por você mesmo! Pense
nisso!
O amor de cada pessoa é contínuo... É para sempre. É INFINITO!!!
O destino decide quem vamos encontrar na vida.
As atitudes decidem quem fica!
Saudades daquela adorável confusão que é viver perto da família...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Preparativos – parte II
Nos meus 5 dias de férias que tirei no início do mês, viajei para organizar os preparativos para o casamento. Era tanta coisa pra fazer que eu fiz uma lista e programei as tarefas de cada dia para poder dar conta. Com um feriado no meio da semana ficou ainda mais difícil. Faltava escolher o vestido, os doces, o bolo, o cardápio do jantar, a floricultura, fotógrafo, as músicas para a cerimônia (as que farão parte da missa), entregar convites... e muitos outros detalhes.

Foi um sufoco e ao mesmo tempo divertido. Surgiram imprevistos, como ter de mudar de Igreja e reimprimir os convites e ter de arranjar outras pessoas para preparar o jantar!! Deu trabalho escolher a floricultura e definir a decoração e muito mais para escolher o vestido. Provei mais de 50, fui a várias lojas e só decidi poucas horas antes de retornar pra casa. Eu não queria nada muito caro, muito extravagante, queria algo confortável... só o quesito valor já reduz muito as opções. Como é caro alugar um vestido de noiva!
Tem gente (leia-se empresários/comerciantes) que acham que só porque a gente está casando está disposto a gastar fortunas!! Eu queria/quero um casamento bonito, mas não quero exageros. Só quero gastar aquilo que é necessário para deixar a cerimônia bonita, para receber bem meus convidados... ter um dia agradável. Não estou me casando para me exibir, nem para disputar o vestido mais bonito, a festa mais chique com ninguém. O mais importante para mim é a cerimônia, o ato em si, e não glamour. Mas tem quem pense diferente. Percebi até algumas reações estranhas, uns olhares que pareciam dizer “coitada, não pode gastar muito, é pobrezinha” ou “mão de vaca”. Puxa, nem todo mundo é consumista!! Nem todo mundo pensa no casamento como momento para exibicionismo!! E, claro, não tenho dinheiro para isso e mesmo que tivesse! Como é difícil querer fugir desses clichês. Já vi muitas histórias de gente que se casou, gastou fortunas e se separou menos de um ano depois. Vai ser simples, mas bonito, tenho certeza. E o melhor de tudo: inesquecível.

Foi um sufoco e ao mesmo tempo divertido. Surgiram imprevistos, como ter de mudar de Igreja e reimprimir os convites e ter de arranjar outras pessoas para preparar o jantar!! Deu trabalho escolher a floricultura e definir a decoração e muito mais para escolher o vestido. Provei mais de 50, fui a várias lojas e só decidi poucas horas antes de retornar pra casa. Eu não queria nada muito caro, muito extravagante, queria algo confortável... só o quesito valor já reduz muito as opções. Como é caro alugar um vestido de noiva!
Tem gente (leia-se empresários/comerciantes) que acham que só porque a gente está casando está disposto a gastar fortunas!! Eu queria/quero um casamento bonito, mas não quero exageros. Só quero gastar aquilo que é necessário para deixar a cerimônia bonita, para receber bem meus convidados... ter um dia agradável. Não estou me casando para me exibir, nem para disputar o vestido mais bonito, a festa mais chique com ninguém. O mais importante para mim é a cerimônia, o ato em si, e não glamour. Mas tem quem pense diferente. Percebi até algumas reações estranhas, uns olhares que pareciam dizer “coitada, não pode gastar muito, é pobrezinha” ou “mão de vaca”. Puxa, nem todo mundo é consumista!! Nem todo mundo pensa no casamento como momento para exibicionismo!! E, claro, não tenho dinheiro para isso e mesmo que tivesse! Como é difícil querer fugir desses clichês. Já vi muitas histórias de gente que se casou, gastou fortunas e se separou menos de um ano depois. Vai ser simples, mas bonito, tenho certeza. E o melhor de tudo: inesquecível.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
9 de agosto
Em 9 de agosto de 2011 eu obtive meu primeiro resultado de gravidez positivo. Três dias depois eu tive minha primeira (e quiçá, única) frustração deste tipo: um aborto espontâneo.
Aos primeiros sinais de atraso menstrual surgiu a expectativa e a alegria pela gestação tão esperada. Há exatamente um ano parei de tomar pílula e venho tentando engravidar. Fiz todos os exames solicitados pela ginecologista e nada de errado foi constatado. Era só praticar. Foi o primeiro indício de gravidez. Meu marido/noivo e eu ficamos muito felizes e eu logo tratei de espalhar a notícia. Mas quando o sangramento começou, fiquei apreensiva e com medo. Na internet muitos artigos dizem que isso é normal, que significa que o embrião se colou ao útero ou coisa assim, mas a situação só foi piorando e vieram as cólicas. Exames de BHCG e ecografia transvaginal confirmaram: não havia mais indícios de gravidez.
Não posso dizer que foi um choque, uma tragédia, porque estava apenas no início, e eu nem mesmo me sentia grávida. Era até estranho quando alguém mencionava isso, mas fiquei triste. Na noite em que o sangramento começou meu marido e eu corremos para o hospital, depois passamos horas a procura de clínicas ou hospitais que fizessem os exames de emergência, além disso tinha as dores abdominais... eu estava exausta. Chorei talvez mais pelo estresse gerado do que pela perda em si (como eu disse, pela gravidez ser tão recente). Depois me senti meio envergonhada por ter de contar às pessoas que eu não estava mais grávida. Eu sei que as pessoas entendem isso, mas era como se eu tivesse contado a todos uma mentira. Ta, é uma bobagem, mas foi assim que eu me senti.
Depois a frustração pesou mais. Eu não sabia nem como registrar isso aqui no blog. Somente hoje consegui encontrar as palavras para isso.
Agora me sinto bem, tanto física como emocionalmente. Consegui voltar a minha vida normal e posso continuar tentando... Voltei minhas atenções ao casamento outra vez, retornei ao trabalho , que por sinal está exaustivo, e vou seguindo, como sempre faço.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Preparativos
Passados muitos dias sem postagens é bom fazer um balanço.
Julho foi um mês muito estressante. Enquanto meu colega revisor curtia férias eu ficava atabalhoada de trabalho!! Ufa! Chefia nova, muita coisa, muita coisa, muita coisa pra fazer. Muita pressão pelos acertos. Muita responsabilidade. Somadas às responsabilidades do trabalho com as de casa, somadas às férias dos enteados, somadas ao cansaço de meio de ano... Nossa. Estava a ponto de pirar e talvez pirar quem estava perto de mim. Desabei. Uma vez no trabalho, uma vez em casa. No trabalho me senti constrangida, em casa aliviada. Chorei, fiquei com olheiras... o mês passou, as férias acabaram e as coisas parecem estar voltando ao normal.

Quer dizer... normal na minha vida é sempre estar planejando algo. Já que o bebê não vem, e pra deixar a ansiedade sobre o assunto de lado, e já que as pessoas insistem em repetir a máxima de que o problema é a tal da ansiedade, eu resolvi me entreter com alguma coisa. Pedi meu namorido em casamento. É mesmo. Fui eu quem tomou a decisão (que a gente já havia tomado há tempos, mas estava esperando o momento adequado). Ele topou na hora. Escolhi a data e começamos os preparativos.
A distância as coisas ficam um pouco complicadas, mas sorte que a família é bem relacionada e cada um conhece alguém que pode resolver ou organizar algum dos detalhes do casamento. De longe, uma vez que o casamento será no Sul, em dezembro, vamos planejando e meus familiares vão executando. Os convidados não serão muitos, nem vai dar pra convidar todos os parentes; também não queremos nem podemos fazer algo muito dispendioso, mas mesmo assim há muito trabalho: preparar os convites, entregá-los, contratar a decoração, o fotógrafo, o som, o buffet...O que parecia uma tarefa árdua até que está indo muito bem.Família grande tem suas vantagens. Cada um com sua especialidade e sua profissão vai ajudar a preparar a cerimônia e a festa.Um dos tios vai celebrar a missa, outros vão preparar a missa. Os pais encontraram uma capela do jeito que eu queria. O noivo vai ele mesmo preparar os convites. Uma tia alugou o local para a festa, uma prima vai preparar o jantar. O irmão já arrumou quem vai tocar e um primo é DJ. Uma amiga da família faz bolos, a cunhada conhece quem faz doces maravilhosos... e por aí vai. Uma das irmãs trabalha num clube e vai emprestar foros de cadeiras e toalhas. A mãe não sabe, mas vai fazer os guardanapos de tecido e eu mesma quero fazer os porta guardanapos para presentear os convidados.
Vamos tentar fazer bem bonito dentro de nossas possibilidades. Cá entre nós, é uma ótima distração, não?
Julho foi um mês muito estressante. Enquanto meu colega revisor curtia férias eu ficava atabalhoada de trabalho!! Ufa! Chefia nova, muita coisa, muita coisa, muita coisa pra fazer. Muita pressão pelos acertos. Muita responsabilidade. Somadas às responsabilidades do trabalho com as de casa, somadas às férias dos enteados, somadas ao cansaço de meio de ano... Nossa. Estava a ponto de pirar e talvez pirar quem estava perto de mim. Desabei. Uma vez no trabalho, uma vez em casa. No trabalho me senti constrangida, em casa aliviada. Chorei, fiquei com olheiras... o mês passou, as férias acabaram e as coisas parecem estar voltando ao normal.

Quer dizer... normal na minha vida é sempre estar planejando algo. Já que o bebê não vem, e pra deixar a ansiedade sobre o assunto de lado, e já que as pessoas insistem em repetir a máxima de que o problema é a tal da ansiedade, eu resolvi me entreter com alguma coisa. Pedi meu namorido em casamento. É mesmo. Fui eu quem tomou a decisão (que a gente já havia tomado há tempos, mas estava esperando o momento adequado). Ele topou na hora. Escolhi a data e começamos os preparativos.
A distância as coisas ficam um pouco complicadas, mas sorte que a família é bem relacionada e cada um conhece alguém que pode resolver ou organizar algum dos detalhes do casamento. De longe, uma vez que o casamento será no Sul, em dezembro, vamos planejando e meus familiares vão executando. Os convidados não serão muitos, nem vai dar pra convidar todos os parentes; também não queremos nem podemos fazer algo muito dispendioso, mas mesmo assim há muito trabalho: preparar os convites, entregá-los, contratar a decoração, o fotógrafo, o som, o buffet...O que parecia uma tarefa árdua até que está indo muito bem.Família grande tem suas vantagens. Cada um com sua especialidade e sua profissão vai ajudar a preparar a cerimônia e a festa.Um dos tios vai celebrar a missa, outros vão preparar a missa. Os pais encontraram uma capela do jeito que eu queria. O noivo vai ele mesmo preparar os convites. Uma tia alugou o local para a festa, uma prima vai preparar o jantar. O irmão já arrumou quem vai tocar e um primo é DJ. Uma amiga da família faz bolos, a cunhada conhece quem faz doces maravilhosos... e por aí vai. Uma das irmãs trabalha num clube e vai emprestar foros de cadeiras e toalhas. A mãe não sabe, mas vai fazer os guardanapos de tecido e eu mesma quero fazer os porta guardanapos para presentear os convidados.
Vamos tentar fazer bem bonito dentro de nossas possibilidades. Cá entre nós, é uma ótima distração, não?
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